Caramba, como eu queria postar umas coisas bem bizarras que acontecem comigo diariamente? Siiiiimmm, porque acontecem muitas coisas bizarras e engraçadas comigo, bem como inúmeros contextos fatídicos, que me conhecendo como eu me conheço, já sendo pleonástica, não conseguiria deixar de falar de modo melancólico, porque quando eu escrevo pra mim, mesmo sorrindo “quase” todo tempo, eu ainda não sei esconder de mim esse tão divino som melancólico.
Agora me pego pensando numa conversa que eu tive com uma certa lylalouca, pessoa esta que conheci em um desses domingos bizarros da minha vida. Conversávamos sobre as pessoas que sorriem demais. Mas afinal, o que há de tão intrigante nos sentimentos expressados de forma contínua? Porque será que nos sentimos tão incomodados com a alegria em excesso ou a tristeza em prantos?
Frejad escreveu na música Amor pra recomeçar o seguinte:
“Quando você ficar triste, que seja por um dia, e não um ano inteiro, mas que você descubra que rir é bom, mas que rir de tudo é desespero”.
Será que o problema é nosso em nos constrangermos diante daquela expressão de felicidade e risos extremos? Porque alguém seria tão feliz todos os dias? É tão difícil acreditar não é?
E eu não sei a resposta ....rs.
Mas na verdade eu também me incomodo com excessos, até mesmo com meus excessos. A chave de se sentir deslocado com extremos estaria na exatidão fática de não existir um meio termo, e de que todo mundo para viver melhor deva se manter ao meio sentimento.
Meio sentimento? E existe isso de meio sentimento? Vai ver que a maior parte do mundo seja assim: “meio”! Rir demais é uma felicidade falsa, dizem! Chorar demais é drama em excesso, amar muito pode até matar segundo a poesia romancista. Então o segredo deve ser ficar “meio” feliz, “meio” amante...
Mas até que vale a pena exagerar uma vez na vida. Vai dizer que não é bom? Atire a primeira pedra quem não exagerou na vida...Vale a pena sim, nem que seja pra fazer alguém sentir aquele ódio de te ver exageradamente feliz!
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